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FOZ DO IGUAÇU, NOSSO PATRIMÔNIO

Já parou para pensar no que você tem valorizado durante esse período que estamos vivendo, que antes “passava batido”?

Autores: Andressa Szekut e Petterson Gherlandi (Instituto Polo Iguassu)

Estamos em uma realidade fronteiriça singular, com diversidade e exuberância ambiental, com potencial tecnológico, científico e comercial, e sobretudo, com uma diversidade populacional expressiva. E isso tudo é patrimônio nosso. É disso que devemos cuidar e valorizar.

Essa reflexão é levantada pelo Programa Integrado de Educação Turística- PIET, que por meio de diversas atividades busca estimular o sentido de pertencimento à cidade, orgulho de morar em Foz e promover a cultura da hospitalidade. O PIET é um projeto reconhecido nacionalmente, e que em 2020 tem o patrocínio da Itaipu Binacional, e conta com apoio de instituições como a Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Turismo de Foz do Iguaçu, ICMBIO, Fundação Cultural, UDC, Sindihoteis, CVC, FPTI e Unioeste.


Nas idas e vindas, ouvimos falar de patrimônio como algo de valor histórico, como as antiguidades, ou valor excepcional, como as obras de arte, ou ainda valor ambiental, como o Parque Nacional do Iguaçu. De forma geral, patrimônio muitas vezes está vinculado como algo que está longe da nossa realidade cotidiana. Mas você sabia que nossos patrimônios podem estar mais próximos do que imaginamos?
Vamos olhar para o conceito de uma outra forma, isto é, Olhar para o patrimônio no nosso cotidiano, nas nossas práticas do dia a dia, na nossa cultura. O que nos torna característicos, singulares? O que é nosso? Quais são nossas memórias? O que nos representa?

Por conta da pandemia da COVID-19, com o isolamento social, a rotina da maioria das pessoas foi alterada não só em Foz do Iguaçu, mas também no mundo.  Aqui, foram interrompidas as atividades comercias, os fluxos de trabalhadores, moradores, visitantes, e de mercadorias. Foram fechadas as fronteiras, os atrativos, os hotéis, as lojas. Rápido, estávamos com a cidade silenciosa. 
Nesse contexto, do que sentimos falta na cidade, para além das questões financeiras?  

Tome uns segundos e imagine: O que você dá valor agora, que na correria do dia a dia não percebia?
Pensou? Está aí seu patrimônio, sua herança, o que te representa. O que nos representa dentro do contexto em que vivemos, no lugar onde vivemos, da forma como vivemos.
Atravessar a fronteira, ir à feirinha, comer algo específico, passear na praça do bairro, ir a uma festa da comunidade, encontrar amigos ou familiares, ver, receber pessoas, dentre outras tantas coisas.

Lembrando ainda, que sempre há a possibilidade de descobrir/criar novas formas de desfrutar dos nossos espaços, de contar as nossas histórias, de valorizar nossas características culturais. Como foi com a massiva visitação ao rio Paraná e à base da Ponte da Amizade – ícones da nossa fronteira, ou ainda às plantações de girassol da região. Paramos e olhamos para o que sempre esteve aqui.  

O convite desse texto é para olhar para a nossa cidade e para nossas práticas do dia a dia e valorizá-las, de forma carinhosa e cuidadosa.

Fique por dentro de tudo o que vai acontecer no projeto esse ano por meio das redes sociais do Instituto Polo Iguassu:
 Insta @poloiguassu

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