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PREFEITO CHICO BRASILEIRO FALA DO COMBATE A PANDEMIA DO CORONAVIRUS E ANUNCIA VERBA DE 5 MILHÕES

Chico Brasileiro fala das ações do município no sentido de se preparar da melhor forma para enfrentar o que pode vir por ai. E reforça campanha "Fica em Casa Foz".
Município injetará R$ 5 milhões para a acesso ao crédito, que será usado na cobertura de juros, e no aval de crédito com instituições garantidoras.

O prefeito Chico Brasileiro anunciou nesta segunda-feira, 30, um pacote de emergência que pode atrair até R$ 50 milhões em apoio aos pequenos empresários. É a segunda medida de enfrentamento ao novo coronavírus (COVID-19) adotada na área econômica nos últimos dias. Na semana passada a prefeitura divulgou a suspensão de impostos e taxas municipais por 90 dias.

O valor do pacote será dividido da seguinte maneira: até R$ 30 milhões ofertados pelo Programa Foz Juro Zero aos microemprendedores (motoristas de aplicativos, taxistas, guias de turismo, autônomos legalizados), entre outros. Os outros R$ 20 milhões poderão ser obtidos com financiamento em instituições financeiras utilizando o Fundo de Aval, que é destinado aos pequenos negócios (capital de giro e investimentos) pela Garantioeste.

O programa Foz Juro Zero vai disponibilizar crédito orientado de até R$ 5 mil, podendo ser dividido em até 24 meses. O pagamento em dia garantirá que não haja acréscimo nas parcelas ao longo do financiamento. A prefeitura cobrirá os juros. Para atender o programa, o Município abrirá um credenciamento voltado para instituições de crédito.

Já a Garantioeste oferece aval para operações de até R$ 50 mil em linha emergencial de crédito. O prazo máximo de parcelamento é de 32 meses com juros de 1% ao mês e carência de 120 dias. O valor é destinado para capital de giro e investimentos para microempreendedores individuais, microempresas, pequenas e médias com taxas reduzidas.

Os recursos dos dois programas são de instituições financeiras e a prefeitura vai dispor de R$ 5 milhões para pagar os juros e aval de créditos. A proposta será debatida com a ACIFI (Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu) e submetida à análise da Câmara de Municipal de Vereadores.

"Estamos contando com o importante apoio do Sebrae e esse conjunto de ações será apresentado a ACIFI, aos vereadores e à toda à sociedade para que todos possam analisar as medidas como uma alternativa no enfrentamento a crise do coronavírus, onde todos estamos passando por profundas dificuldades", completou Chico Brasileiro.

"Estamos muito preocupados com as questões econômicas da cidade, principalmente os pequenos negócios, microempreendedor, pequeno empreendedor ou o autônomo. São essas pessoas que movimentam a economia nos bairros e estão precisando de um socorro para sobreviver nesse momento tão difícil", disse.

Medidas complementares
O consultor do Sebrae, Marcelo Padilha, que acompanhou o anúncio das medidas, explicou que além dos créditos acessíveis, a prefeitura, em parceria com a Sebrae, vai colocar em prática outras ações voltadas ao setor empresarial.

Uma delas é a criação da Central de Apoio para compras públicas. A ideia é estimular as empresas locais a participarem do processo de aquisição de materiais e contratação de serviços da prefeitura e do Hospital Municipal. A estimativa é de R$ 50 milhões em compras em três meses.

Outra iniciativa que sairá do papel é a Central de Apoio Empresarial. Funcionários farão atendimento virtual para orientar sobre medidas fiscais, aquisição de crédito e suspensão de impostos, entre outros. O número de atendimento é 45 98824-7053 (whatsapp).

Ainda dentro do conjunto de ações será oferecida uma plataforma digital para atender os serviços empresariais do Município com mais agilidade, além de possibilitar que os empresários acompanhem o processo em tempo real.

"Essas ações foram construídas de maneira coletiva, são vários secretários, técnicos da prefeitura e especialistas que participaram de uma análise profunda pra poder definir quais serão essas medidas. Existe um desafio, mas é preciso respostas rápidas porque sabemos que o dia a dia do empresariado é muito difícil. Nós temos análises do empreendedor brasileiro e os pequenos negócios em um momento de crise conseguem sobreviver até 13 dias somente", explicou Padilha.

Fonte: AMN

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